sexta-feira, março 02, 2007
Auroras Boreais em Júpiter
Fonte: hubblesite.org
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João Moedas Duarte
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11:03
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quinta-feira, março 01, 2007
Ano Polar Internacional (2007-2008)
Glaciar "Pé de Elefante", costa Este da Gronelândia.
Pode ser ainda que este ano coincida com a criação de uma programa polar português e com a ratificação do tratado da Antártida o que constituíria um grande passo em frente para a comunidade científica nacional, abrindo uma série de novas linhas de investigação em diversas áreas e pondo-nos a par com outros países como a Itália, o Brasil, a Índia, a Nova Zelândia que para além das "super potências" científicas como os EUA, o Reino Unido e a França possuem programas de investigação e bases na Antártida.
Mais informações sobre as actividades relacionadas com o Ano Polar Internacional a decorrer em Portugal aqui.
Via Linha dos Nodos.
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Rui M
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21:25
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Ruptura superficial em falhas
Ruptura provocada pelo sismo de 1999 em Taiwan.
Quando ocorre um sismo violento, a uma profundidade reduzida e numa falha que se propague até à superfície é provável que o movimento ao longo do plano de falha venha modificar a superfície topográfica, como nas fotografias que ilustram este post.
Ruptura associada ao sismo de 1999 em Izmit, Turquia.
Ruptura associada ao sismo de 2004 em Nigita, Japão.
Ruptura superficial associada a um sismo ocorrido em 1999 no sul da Califórnia, EUA.
Ruptura provocada pelo sismo de 1999 em Taiwan.![]()
Ruptura provocada pelo sismo ocorrido em 1987 em Edgecumbe, Nova Zelândia.
Ruptura provocada por um sismo na falha de Santo André, Califórnia, EUA.
Ruptura superfícial associada a um evento sísmico recente na Mongólia.
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Rui M
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13:34
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quarta-feira, fevereiro 28, 2007
O buraco da Guatemala
O buraco que se abriu este fim de semana na capital guatemalteca parece-me uma dolina associada a morfologia cársica típica de zonas com substratos calcários ou evaporíticos.
No entanto, os relatos feitos pelos media apontavam para que o buraco tenha sido escavado pelas águas que saiam de uma ruptura num esgoto, algo manifestamente insuficiente para erodir 100 metros de rocha em alguns dias mas que poderia muito bem remover o topo da gruta que entretanto colapsou.É bom que se comece a ter em conta a existência de grutas e dolinas na para efeitos de planeamento urbano. Ninguém está interessado em ver algo semelhante repetir-se em zonas de Portugal onde abundam grutas.
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Rui M
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18:18
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Geomorfologia
“Terras ao Sol" - encontro de jovens geocientistas
O Congresso é promovido pelo Departamento de Ciências da Terra da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) e está centrado nos estudantes dos Ensinos Básico e Secundário. São eles os autores dos trabalhos a apresentar durante o evento. Estes trabalhos estão a ser orientados pelos seus professores e por docentes do Departamento de Ciência da Terra.
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joaosete
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14:12
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terça-feira, fevereiro 27, 2007
Mais um pouco de Universo
As perguntas suscitadas num dos posts anteriores levaram-me a pensar em escrever mais umas coisas acerca do Universo. Os físicos têm sido confrontados desde há muito tempo com a questão da criação e expansão do Universo. É “quase” consensualmente aceite que o Universo teve um principio no qual o espaço e o tempo foram criados a partir do nada, ou se quisermos, a partir de um ponto infinitamente pequeno e com densidade infinita (Ambos não fazem sentido nas nossas cabeças). O problema é que também não fazem sentido nas equações físicas. O edifício colapsa. Segundo diversos autores (a maioria) também o próprio tempo foi criado no Big Bang e por isso, chuta-se para canto, afirmando que desta forma não faz sequer sentido pensar no que havia “antes”. O antes simplesmente não existia, a expressão tempo não tem significado. Outra questão que é normalmente mal interpretada é a de o Big Bang ser visto como uma explosão. Numa explosão há qualquer coisa que se fragmenta e se espalha dentro de um meio, normalmente é matéria que se dispersa no espaço ou no ar. Ora após o Big Bang o que se expandiu e continua a expandir é o próprio espaço, a matéria fica imóvel! Pensemos da seguinte forma: imaginemos duas pessoas paradas no espaço a uma distância de por exemplo 2 metros. Se de facto se tratasse de uma explosão convencional as pessoas afastavam-se do centro da explosão com uma determinada “velocidade”. Caso a explosão fosse exactamente no meio das duas estas afastavam-se em sentidos opostos (confesso que só agora me apercebi que é um pouco macabro dar este exemplo com pessoas, mas imaginemos que nada lhes acontece e que permanecem de boa a saúde e com todos os membros). Mas se por outro lado fosse o espaço que se estivesse a expandir, como é o caso do Universo, as duas pessoas não se mexem, mantêm-se imóveis, mas entanto afastam-se. Na realidade é o espaço entre elas que aumenta, é criado espaço novo entre elas. É exactamente isto que acontece com o Universo. E nenhuma lei física é violada. O Principio da Conservação da Massa não é violado. A física não permite que se crie matéria do nada (se bem que com a mecânica quântica possa ser discutível e de facto pode ser criadada matéria do nada, mas por apenas fracções de segundo, 10^− 43s e ao nível da escalas da dimensão de Plank, ~10^− 35m, chamam-se flutuações quânticas), mas o espaço pode e é criado. Outra analogia é pensarmos num balão a encher. Quando estiver vazio marquemos dois pontos sobre a sua superfície com um marcador. Quando o enchemos e à medida que a área da superfície elástica do balão aumenta os pontos vão-se afastando. Mas de facto eles não se mexem, mantêm-se exactamente no sítio onde os pintámos, é a superfície entre eles é que vai aumentando, vai esticando, cria-se espaço bidimensional entre os pontos. Com o Universo passa-se a mesma coisa, o espaço tridimensonal estica-se e a matéria fica mais diluída. (Na realidade o espaço tridimensional estica ao longo de um espaço quadrimensional, a 4D é o tempo; é imperativo haver um tempo ao longo do qual as outras três dimensões possam esticar-se. É-nos impossivel visualizar isto de forma intuitiva e sem ferramentas matemáticas, mas isto fica para o outro post..) Desta forma não faz sentido pensar num Universo a expandir dentro de uma espaço, o espaço só existe dentro do Universo. Fora dele estamos por enquanto no domínio da metafísica. Não me quero alongar mais com medo que isto se torne uma grande seca. Em breve voltarei a este assunto, mas tentarei reparti-lo por vários posts. É um assunto absolutamente fascinante.
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João Moedas Duarte
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21:03
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Geologia de Campo (XII)
É um monoclinal? É um flanco de uma dobra?
Não, é a caixa de falha, colorida pelos efeitos da circulação de fluidos, da falha de Carboneras, na região de Almeria, Sul de Espanha.
A falha de Carboneras é um desligamento esquerdo onde já ocorreram, no mínimo, 30 km de movimento entre cada um dos blocos que separa, esmagando a rocha nas suas proximidades que depois de alteradas químicamente pela circulação de fluidos deram origem ao material observado na foto.
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Rui M
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17:47
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geologia de campo
Será o Multiverso Infinito?
Acabei de tomar banho. Daqueles banhos em que ficamos debaixo do duche, fechamos os olhos e começamos a viajar. Teria sido normal, e não estaria aqui a escrever este post se essa viagem tivesse sido até uma qualquer ilha paradisíaca no meio do Oceano Pacífico. Mas não! Não foi! Viajei até aos limites do Universo, e claro perdi-me por lá. Quando lá estamos, sem sabermos bem onde, várias questões nos surgem: Será o Universo infinito? Será finito mas ilimitado (tipo a superfície da Terra, em que por mais que andemos nunca lhe encontramos um fim)? Confesso que qualquer uma das repostas me deixa estupidamente perturbado. Passo a dissecar. Se pararmos por uns instantes, fecharmos os olhos (aconselho vivamente a faze-lo debaixo do duche, e sozinhos de preferência) e pensarmos: Ok! O Universo é obviamente infinito. Esta afirmação traz rapidamente um outro problema. O que é o infinito? Fechemos outra vez os olhos, deixemos a água bater-nos na testa, e tentemos imaginar um universo infinito (ou outra coisa qualquer infinita). Não dá! Não faz sentido! É claro que podemos comer e calar, assumir que ele é infinito e pronto. Se os cientistas o dizem, não vale a pena pensar mais nisso. Mas creio que não é essa a posição do leitor, caso contrario não estaria provavelmente a ler este post. Então voltemos às nossas questões. Escolheremos a outra perspectiva. O Universo é finito mas ilimitado. Pensemos… Que chatice, também não faz sentido! Ok! Até podemos assumir que o Universo é como a Terra, mas com curvatura negativa, isto é, em vez de estarmos na superfície da esfera da parte de fora, estamos na superfície de uma esfera, mas da parte de dentro. Por mais que andemos, vamos sempre parar ao mesmo sítio e não encontramos fronteiras. (Confesso que a superfície da Terra ser uma esfera também me causa alguma comichão, é que os gajos do outro lado do planeta estão a tomar banho de cabeça para baixo). Mas voltemos ao fim do Universo. Onde íamos? Ah! Sim! Já me lembro! Estávamos a queimar neurónios no Universo finito mas ilimitado. Ora! Pensemos outra vez... Isto também não faz sentido. Se estamos lá dentro tem de haver qualquer coisa lá fora. Alguns cientistas pensam que pode não ser bem assim, que poderia pura e simplesmente ser finito e ilimitado e não haver nada lá fora, nem sequer faz sentido pensar em lá fora. (ponto final) Mas há questões apêndice, como por exemplo: Para onde vai a matéria que entra num buraco negro? Outros cientistas, na tentativa de explicar este e outros fenómenos propuseram a existência de um Multiverso, no qual o nosso Universo é apenas um dos muitos Universos que para aí andam. Ora, daqui a cem anos saberemos muito mais e iremos ter a certeza de que de facto estamos num HiperMegaMultiUniverso, no qual o nosso MegaMultiUniverso é apenas um dos muitos MegaMultiUniversos que constituem o HiperMegaMultiUniverso. Claro, isto faz muito mais sentido!
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João Moedas Duarte
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16:49
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Universo
segunda-feira, fevereiro 26, 2007
E o Óscar vai para...
Ás vezes sinto que estou a fazer campanha por este senhor, mas não me importo. Simpatizo com a causa, inspira-me o esforço e a dedicação. Saúdo a inteligência política e científica com que percebeu que deveria abordar o tema.
A Verdade, é que o filme ganhou um óscar para melhor documentário. Parabéns ao primeiro ex-futuro Presidente dos EUA a "ganhar" um Óscar.
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joaosete
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18:40
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Documentários
Ouvir um sismo
Aqui e aqui.
O estrondo incial corresponde ao evento principal e os mais pequenos que se seguem a réplicas.
Estes sons são capturados por geofones associados a sismómetros.
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Rui M
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18:25
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sismo
Encelado e Saturno


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João Moedas Duarte
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09:26
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domingo, fevereiro 25, 2007
Videos de sismos
Os momentos que acompanham a passagem das ondas sísmicas são cada vez mais frequentemente captadospor câmaras de em video por esse mundo fora, quer por câmaras pessoais quer pelas cada vez mais presentes câmaras de segurança.
Mas se o medo e a disrupção dos sistemas eléctricos associados à ocorrência de um sismo não permitem um registo claro do evento, há casos em que a intensidade destes é relativamente mais reduzida e permite ao operador filmá-lo em quase toda a sua totalidade.
É esse o caso do vídeo abaixo, filmado em 2006 durante um sismo de magnitude 6.7 ocorrido a 15 de Outubro de 2006 na ilha de Maui, no Hawaii.
Neste vídeo é possível distinguir, através do movimento da câmara, a chegada dos diferentes tipos de ondas sísmicas. Primeiro as ondas Primárias á volta dos 39 segundos, depois as ondas Secundárias (43 segundos) e finalmente as ondas de superfície (Love e Rayleigh) aos 45 segundos, que se propagam conforme a figura abaixo.
Abundam também pelo Youtube uma série de vídeos de sismos menos didáticos mas bem mais espectaculares como é o caso dos dois que se seguem, registados durante o sismo de magnitude 7 que afectou Kobe em 1995. Para além de ser impossível ficar indiferente aos efeitos causados por um evento desta magnitude, não consigo deixar de me perguntar porque raio é que estava aquele tipo no primeiro vídeo a dormir no escritório...
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Rui M
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15:22
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sábado, fevereiro 24, 2007
A Terra e a Lua vistas do Espaço
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João Moedas Duarte
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16:57
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Crónicas do Professor José Fernando Monteiro
A propósito fica aqui o link para as crónicas do Professor José Fernando Monteiro no Portal do Astrónomo. Deliciem-se!
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João Moedas Duarte
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12:33
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sexta-feira, fevereiro 23, 2007
As Estrelas e os Cometas
Reparei que hoje a Terra que gira se estava a concentrar em temas astronómicos. Que giro, pensei eu na coincidência. Até que me lembrei..."quando foi mesmo?"
Existem algumas razões para a Terra que gira existir, mas sem dúvida que foi pelo exemplo e dedicação à divulgação científica, demonstrada pelo Professor José Monteiro que este espaço nasceu. Nunca será demais a homenagem e o agradecimento.
Existem pessoas Estrelas e pessoas Cometas.
Os Cometas passam. Apenas são lembrados pelas datas que passam e retornam.
As Estrelas permanecem. Assim como o Sol.
Passam anos, milhões de anos, e as Estrelas permanecem.
Há muita gente Cometa. Gente que passa pela nossa vida apenas por instantes.
Gente que não prende ninguém e a ninguém se prende.
Gente sem amigos, gente que passa pela vida sem iluminar, sem aquecer, sem marcar presença.
Importante é ser Estrela. Estar junto. Ser luz, calor, ser vida.
Amigo é Estrela.
Podem passar anos, podem surgir distâncias, mas a marca fica no coração.
Ser Estrela nesse mundo passageiro, nesse mundo cheio de pessoas Cometas, é um desafio. Mas acima de tudo, uma recompensa. Recompensa de ter sido luz para muitos amigos, calor para muitos corações e acima de tudo, saber que nascemos e vivemos, e não somente existimos.
(Adaptado)
Em memória do Professor José Fernando Monteiro
Pela luz, pelo incentivo e pela dedicação,
dos seus alunos,
Um sincero Obrigado
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joaosete
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14:30
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Eclipse da Lua - 3 de Março
Segundo a notícia do Público, o eclipse iniciar-se-á por volta das 21h30, sendo que o eclipse total ocorrerá entre 22h44 e as 23h58 do dia 3.
Estes eclipses ocorrem quando a Terra se encontra entre o Sol e a Lua, provocando um efeito de sombra.
Notícia:
Público
Mais informações:
Observatório Astronómico de Lisboa
Centro Astrofísica do Porto
NUCLIO
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joaosete
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13:51
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UMA ESTRELA DE NEUTRÕES SURPREENDENTE
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João Moedas Duarte
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08:13
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quinta-feira, fevereiro 22, 2007
Hipercubo

Aqui está mais uma imagem de um cubo em 4 dimensões, também denominado por Tesseract. Estes objectos são fabulosos.
Quatro dimensões
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João Moedas Duarte
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07:59
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quarta-feira, fevereiro 21, 2007
Geologia de Campo (XI)

A discordância do Telheiro, Sagres, entre o Carbónico dobrado e o Triásico ligeiramente inclinado.
De livro.
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Rui M
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18:45
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geologia de campo
Um pouco de Física: Espaço-tempo
"Em física, espaço-tempo é o sistema de coordenadas utilizado como base para o estudo da Relatividade especial ou restrita. Pontos no espaço-tempo são chamados de eventos e são definidos por quatro números (x, y, z, ct), onde c é a velocidade da luz e pode ser considerado como a velocidade a que um observador se move em direção ao futuro. Isto é, eventos separados no tempo por apenas 1 segundo estão a
Na relatividade especial e geral, o tempo e o espaço tridimensional são concebidos, em conjunto, como uma única variedade de quatro dimensões a que se dá o nome de espaço-tempo. Um ponto, no espaço-tempo, pode ser designado como um "acontecimento". Cada acontecimento tem quatro coordenadas (t, x, y, z); ou, em coordenadas angulares, t, r, θ, e φ que dizem o local e a hora em que ele ocorreu, ocorre ou ocorrerá.
A pesquisa científica actual centra-se na natureza do espaço-tempo ao nível da escala de Plank. A Gravidade Quântica em Loop, a teoria das cordas, e a Termodinâmica de Buracos Negros predizem um espaço-tempo quantizado sempre com a mesma ordem de grandeza. A Gravidade quântica em loop chega, mesmo a fazer previsões precisas sobre a geometria do espaço-tempo à escala de Planck."
in Wikipédia
Um dos grandes desafios da Física Moderna está em tentar perceber se o espaço-tempo é contínuo ou discreto. Os físicos à muito que tentam unificar a gravidade (que pode ser vista como a deformação ou a curvatura do espaço-tempo) com as outras três forças básicas da natureza (electromagnética, nuclear fraca e nuclear forte). O problema está no facto de estas três últimas serem quantitizaveis, enquanto se desconhece se a gravidade o é ou não. Para que esta unificação seja possível é necessário que o seja, caso contrária a Relatividade Geral e a Mecânica Quântica não podem ser compatíveis. Têm sido dados grandes passos em termos teóricos, mas a verificação experimental tem sido extremamente difícil, pelo que não tem sido possível testar em laboratório algumas das mais promissoras teorias.
As expectativas centram-se agora nos grandes aceleradores de partículas, em particular no LHC (The Large Hadron Collider) do CERN.
Ilustração mostrando a deformação no espaço-tempo causada pelo Sol, por uma anã branca, estrela de neutrões e por um buraco negro.
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João Moedas Duarte
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Hidrogénio para reduzir dependência do petróleo
"Uma equipa de investigadores da Universidade do Porto, liderada por Paula Tamagnini, vai participar num projecto europeu que visa reduzir a dependência do petróleo através do desenvolvimento de uma nova forma de produção de hidrogénio."
O hidrogénio será obtido através de cianobactérias (algas azuis), aproveitando o facto destes organismos o produzirem naturalmente utilizando energia solar. Segundo os lideres do projecto BioModular H2 esta é uma energia limpa, competitiva e saudável.
Ver a notícia aqui
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João Moedas Duarte
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10:20
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UE: ministros do Ambiente de acordo para reduzir em 20 por cento emissões de CO2
"Os ministros do Ambiente da União Europeia chegaram hoje a acordo para a redução de “pelo menos 20 por cento” dos gases de efeito de estufa até 2020. A redução poderá atingir os 30 por cento, se outros países industrializados se comprometerem com metas idênticas.(...)"
ver notícia aqui
Conclusões do Conselho europeu de Ambiente sobre Alterações Climáticas (em pdf)
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João Moedas Duarte
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terça-feira, fevereiro 20, 2007
Hot Stuff
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Rui M
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Cientistas propõem ao Governo o primeiro Programa Polar português
"A proposta de adesão de Portugal ao Tratado da Antárctida, apresentada pelo Partido Ecologista "Os Verdes", foi discutida na Assembleia da República na passada sexta-feira e deverá ser votada brevemente. Será o primeiro avanço político que reconhece a mobilização dos cientistas portugueses que trabalham nas regiões polares, em preparação para a comemoração do quarto Ano Polar Internacional, que começa a 1 de Março. (...)"
Notícia aqui
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João Moedas Duarte
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08:42
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