quarta-feira, abril 09, 2008

Phobos: uma das luas de Marte



Esta fotografia espectacular foi obtida em 23 de Março de 2008 pela Mars Reconnaissance Orbiter da NASA. Na realidade são duas fotos tiradas com um intervalo de 10 minutos e posteriormente combinadas de forma a obter uma imagem 3D. Phobos tem cerca de 22 km de diâmetro e tem sido alvo de interesse devido ao facto dos cientistas da NASA terem evidencias desta lua ser rica em gelo e compostos ricos em carbono.



Crédito da Imagem: NASA

6 comentários:

geocrusoe disse...

Linda foto! Por acaso sabe a que se devem as estrias?

joao_moedas disse...

Caro Geocruse, deixo aqui o link de para um abstract sobre este assunto, já o li e penso ser interessante:

http://adsabs.harvard.edu/abs/1990leep.book..145B

Cumprimentos

André disse...

Olá!

É impressao minha ou essas estruturas convergem em direcçao à cratera? Parece-me claro que estao relacionadas com os materiais ejectados. Se considerarmos o movimento de rotaçao em torno de Marte e a fraca gravidade de Phobos, nao é difícil imaginar o satélite deslocando-se através de uma nuvem de materiais ejectados, deixando a sua superfície mais ou menos "arranhada".

Estou a especular, mas dado o tamanho da cratera... (Se repararem, as restantes crateras, todas mais piquenas, nao possuem estruturas semelhantes associadas a elas).

Anónimo disse...

imagine... se a terra gira em torno d si mesma numa velocidade de milhares de Km/h e não sentimos nehum enjou nem nada rrsrr.., se ela parasse acho que ela não iria simplismente ficar parada deveria ocorre algo tipo terremoto d depois sims um lado congelaria e o outro pegaria fogo uhaahahahahaha....

wagnerwpo_@hotmail.com

Anónimo disse...

Agora gostaria de fazer uma pergunta;
pq a terra gira em mais de 100.000 km/h e não sentimos nada... nem uma toturinha....?

wagnerwpo_@hotmail.com

Anónimo disse...

A velocidade que a Terra gira ao redor do Sol (translação) é cerca de 107 000 quilômetros por hora e a velocidade do movimento em torno de seu próprio eixo (rotação) é cerca de 1 700 quilômetros por hora na região do Equador, diminuindo quanto mais se aproxima dos pólos. "Existe ainda outro movimento que a Terra realiza junto com todo o sistema solar, que gira a cerca de um milhão de quilômetros por hora com relação ao centro da galáxia", explica o astrônomo Augusto Damineli, colaborador da SUPER e professor do Instituto Astronômico e Geofísico da Universidade de São Paulo.