terça-feira, novembro 20, 2007
domingo, novembro 18, 2007
Coisas da Ciência: sobre E=m.c²

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João Moedas Duarte
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12:28
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física
sexta-feira, novembro 16, 2007
Mar algarvio monitorizado
No mês em que se assinalam 252 anos sobre o terramoto que devastou Lisboa e o Algarve fica completa a primeira rede de sismómetros colocada no fundo do mar algarvio para estudar a actividade sísmica da região.
Aqui fica o link para a notícia completa que me foi enviada pelo Vasco Valadares: Aqui
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João Moedas Duarte
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08:58
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Geologia,
Notícias
quarta-feira, novembro 14, 2007
No rasto da anti-matéria
Desde os anos 70 que se conhece a discrepância existente entre a velocidade orbital observada para as estrelas mais periféricas das galáxias espirais e a velocidade calculada, considerando a massa das restantes estrelas e a consequente atracçao gravítica a elas associada. O expectável seria que, com o progressivo afastamento das estrelas relativamente ao centro da galáxia, a sua velocidade orbital diminuísse. No entanto, o que se observa é que esta se mantém relativamente constante e, em alguns casos, chega mesmo a aumentar. Ou seja, a lei v = (GM/r)^1/2 nao é respeitada, como se pode observar no gráfico anexo a este texto.
Típica curva de rotaçao para uma galáxia espiral. A linha contínua representa a realidade observada e a linha descontínua resulta da aplicaçao da formula v = (GM/r)^1/2 para o caso da maior parte da massa da galáxia estar a 40 milhoes de anos luz do seu centro (Hawley and Holcomb., 1998, p. 390).
Dito de outra forma, considerando apenas a atracçao gravitacional das estrelas "observáveis", as estrelas das zonas periféricas deveriam sair disparadas das suas órbitras e as galáxias perderiam gradualmente os seus conteúdos estelares mais exteriores. Teria que haver mais massa, nao contabilizada anteriormente para explicar estas velocidades orbitais anómalas...
Galáxia espiral NGC 5248
O problema da anti-matéria nao se centra agora na possiblidade da sua existência, mas sim na sua distribuiçao no interior das galáxias.
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André Pinto
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13:38
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segunda-feira, novembro 12, 2007
Antimatéria

Este post é em parte uma reedição de um outro aqui publicado em Janeiro de 2006.
Quem não fica intrigado quando se fala de antimatéria. Lembro-me de na minha adolescência ter passado algumas horas (muitas) a discutir assuntos como buracos negros, matéria e energia escura, viagens no tempo e antimatéria. Na altura não fazíamos a ideia do que estava em jogo e aqueles temas eram algo de isotérico. No entanto não tínhamos a menor dificuldade em esboçar teorias mirabolantes, e totalmente incorrectas.
As grandes fontes das nossas discussões eram as séries de televisão e os filmes de ficção muito pouco científica. Éramos viciados nos ficheiros secretos. A antimatéria era um assunto referido muitas vezes mas penso que quem escrevia os guiões sabia tanto de antimatéria como nós.
A antimatéria foi pela primeira vez imaginada no final do século XIX por sir Arthur Schuster. Este, por ser um forte defensor de uma natureza simétrica, idealizou um mundo espelho do nosso, em que os átomos possuiriam propriedades exactamente opostas.
No final dos anos 20, Paul Dirac (um dos pais das Mecânica Quântica) procurava uma equação que predissesse o comportamento dos electrões, conciliando a mecânica quântica com o principio da relatividade. Esta equação foi encontrada e ficou conhecida por Equação de Dirac, e descrevia, entre outras coisas, o movimento dos electrões no seio de campos eléctricos e magnéticos. A Equação de Dirac tinha, na realidade, duas soluções: uma delas descrevia o electrão e a outra descrevia uma partícula com carga eléctrica positiva, simétrica da do electrão (que tem carga negativa). Inicialmente Dirac pensou que esta partícula fosse o protão, no entanto, cedo e percebeu que não podia ser. A partícula com carga positiva tinha de ter a mesma massa do electrão e o protão tem uma massa 2000 vezes superior à do electrão. A Equação de Dirac previa de facto uma nova partícula, um electrão com carga positiva: um anti-electrão ou positrão. A combinação da mecânica quântica com o princípio da relatividade forneceu uma pista espantosa: tinha de existir antimatéria.
Não foi preciso esperar muito para que as hipóteses teóricas fossem confirmadas. Em 1932, Carl Anderson observou na radiação cósmica uma partícula que tinha a mesma massa que o electrão, mas carga oposta, o já referido positrão. Pouco tempo depois foram produzidos em laboratório pares electrão-positrão. Em 1955, Emílio Segrè, Owen Chamberlain, Clyde Wiegand e Tom Ypsilantis, descobriram o antiprotão, e no ano seguinte o antineutrão utilizando um acelerador de partículas.
A partir dos anos 60, foram descobertas dezenas de partículas, mas havia uma certeza, para cada nova partícula, observava-se sempre uma antipartícula associada. Em 1995 foram produzidos pela primeira vez no CERN átomos de anti-hidrogénio, combinando antiprotões e positrões. Hoje não se conhece nenhuma partícula que não possua uma antipartícula.
Os positrões são rotineiramente utilizados na medicina, numa técnica denominada tomografia por emissão de positrões. No entanto não se sabe ainda se existem vastas áreas do universo onde a antimatéria está concentrada, se, pelo contrário, esta se encontra diluída ou se após o Big-Bang a maioria da antimatéria tenha sido aniquilada.
A antimatéria é em tudo semelhante à matéria, com a diferença de as partículas de antimatéria terem sinal eléctrico oposto aos das partículas de matéria simétricas. Por outras palavras, as cargas eléctricas das partículas que constituem a antimatéria são opostas às das suas correspondentes de matéria. A física diz-nos que para cada partícula de matéria existe uma correspondente de antimatéria com carga oposta.
Poderiam assim existir planetas ou até mesmo galáxias inteiras constituídas por antimatéria. No nosso mundo não pode existir em grande quantidades pois sempre que um pedaço de matéria se encontra com outro de antimatéria aniquilam-se numa explosão espectacular.

Bibliografia:
Wikipédia;
L'Antimatière. Gabriel Chardin.
O Código Cósmico. Heinz R. Pagels. Gradiva, Ciência Aberta 10.
Imagem: Daqui e daqui
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João Moedas Duarte
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19:25
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física
quarta-feira, novembro 07, 2007
Estrela falhada?

É claro que me interessei e li a pequena caixa de texto de meia dúzia de parágrafos. Era a oportunidade certa de me informar daquilo que existia na minha cabeça mais ou menos como um mito. É realmente Júpiter uma estrela falhada? Entretanto hoje pesquisei mais um pouco na net e vamos lá a isso..
Júpiter é um planeta gasoso gigante. Tem 2,5 vezes mais massa do que todos os outros planetas do sistema solar em conjunto e cerca de 300 vezes mais massa do que a Terra. A razão pela qual Júpiter é por vezes descrito como uma estrela falhada tem a ver com o facto de este planeta ter uma composicao muito semelhante à do Sol: essencialmente Hidrogénio (81%) e Hélio (17%). (O Sol tem cerca de 73% de Hidrogénio e 24% de Hélio). A enorme massa de Júpiter faz com que parte dos elementos que o constituem estejam altamente comprimidos na zona do núcleo gerando grandes quantidades de calor.
Ora acontece que o núcleo de Júpiter não está suficientemente comprimido de modo a iniciar o processo e fusão nuclear (processo em que dois ou mais núcleos atómicos se juntam para formar um outro núcleo de maior número atómico. A fusão nuclear requer muita energia, e geralmente liberta muito mais energia que consome). É este processo que fornece combustível às estrelas, como o Sol. Mas Júpiter não tem simplesmente massa suficiente para despoletar este processo.
Na verdade, Júpiter nem está perto de poder tornar-se numa estrela. Era preciso que tivesse 84 vezes mais massa para se tornar numa anã vermelha, o tipo "mais pequeno" de estrelas.
E nem sequer está perto de se tornar numa anã castanha, objectos, 10 a 83 vezes mais pesadas que Júpiter, que criam quantidades enormes de energia no seu interior, mas não têm massa suficiente para iniciar a fusão nuclear. As anãs castanhas são um pouco mais pesadas e muito mais quentes que os planetas gigantes e um pouco menos pesadas que um estrela. Desta forma são vistas como o "elo perdido" entre planetas e estrelas. É interessante pensarmos deste modo, isto é, se começarmos por ter um planeta e lhe começarmos a juntar mais e mais massa ele acaba por se transformar numa estrela.
Concluíndo, é mais correcto pensar em Júpiter como uma anã castanha falhada, ou, como o meu livro dizia, como um planeta muito bem sucedido.
Bibliografia: The rough guide to the Universe, John Scalzi, Rough Guides.
Imagem: Nasa
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João Moedas Duarte
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14:40
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Geologia Planetária,
Júpiter
segunda-feira, novembro 05, 2007
Comemorações 11 Novembro na Politécnica
129º Aniversário do Jardim Botânico
1º Aniversário do Borboletário Lagartagis
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João Moedas Duarte
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08:59
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Divulgação
quinta-feira, novembro 01, 2007
Notícias pela net..
Analysis Of Solar Wind Helps Illuminate How Our Solar System Evolved
Scientists Discover New Way To Make Water
Nano-assembly Mimics Origin Of Life? Molecules Organize Themselves Into Patterns
Volcanic Eruptions, Not Meteor, May Have Killed The Dinosaurs
Massive Black Hole Smashes Record
Palaeontologists discover ancient Jurassic mammal
UK planet hunters announce three new finds
New theory on origin and future of the universe
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João Moedas Duarte
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Notícias
quarta-feira, outubro 31, 2007
Meteoritos – As rochas que caiem do céu
Hoje sabe-se que os meteoros são pequenas porções de matérias com dimensões da cabeça de um alfinete. O espaço em volta da Terra está cheio destas partículas. Quando uma destas se aproxima do Planeta comprime o ar à sua frente. Essa compressão faz aumentar a temperatura da partícula que em consequência se torna incandescente, desintegrando-se antes de atingir o solo.
Existem, no entanto, partículas de dimensões bastante superiores que viajem a através do espaço. Esses objectos são chamados meteoróides, e os fragmentos que atingem a superfície denominam-se meteoritos.
A maioria dos meteoritos cai no mar ou em áreas não populacionais, causando pouco impacto em termos culturais. Os impactos que deixam uma cratera na superfície ocorrem muito raramente, em média a cada 5000 anos. Os impactos realmente grandes, como aquele que se pensa ter ajudado na matança dos dinossáurios, acontece aproximadamente uma vez em cada 100 milhões de anos.
Os meteoritos que encontramos na Terra podem classificar-se em três tipos: rochosos (aerolitos), metálicos (siderito) ou metálico-rochosos (Siderólitos). Os meteoritos rochosos, por sua vez, aparecem em duas variedades: os condritos, que apresentam uns pequenos objectos esféricos chamados côndrulos, e os acondritos.
Condrito (http://www.meteoritemarket.com)
Cratera do Meteoro – Arizona. Com 1200 m de diâmetro e 200 m de profundidade, pensa-se que seja o resultado do impacto, há 50 000 anos de um meteorito com 30 a 50 m de diâmetro, que teria libertado uma energia da ordem de 6 a 10 megatoneladas de TNT. USGS.
Foto topo: O meteorito "Willamette", o maior já encontrado nos Estados Unidos da América, no estado do Oregon. É o sexto maior encontrado no mundo inteiro.
Foto de baixo: Meteoreo, Leonides (Crédito: Ferris Hall)
Bibliografia:
-Guia da Terra e do Espaço, Isaac Aimov, Campo das Ciências, Campo das Letras.
- The rough guide to the Universe, John Scalzi, Rough Guides.
- Wikipédia: Meteorite
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João Moedas Duarte
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14:40
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Astronomia,
Geologia Planetária
Coisas da Matemática (II) – O número pi (π)
O π é dos números mais enigmáticos que alguma vez foi descoberto. Os primeiros cálculos de π terão sido feitos na Babilónia, cerca de 1800 anos a.C., que consideravam que π tinha o valor de 3, o que naquela altura era uma boa aproximação.
Em 1700 a.C., os Egípcios perceberam que a razão entre o comprimento de uma circunferência e o seu diâmetro é o mesmo para qualquer circunferência, e que esse valor é nem mais nem menos π.
O π tem, como todos sabemos, um valor aproximado de 3,14. No entanto, ele é um número irracional, isto é, não pode ser expresso como a razão entre dois números inteiros naturais. Para além de irracional é também um número transcendente, o que formalmente quer dizer que não é raiz de nenhuma equação polinomial a coeficientes inteiros. Isto na prática quer dizer que é impossível exprimir π com um número finito de números inteiros, de fracções racionais ou suas raízes. Apenas podemos saber o valor aproximado do π, pois não conseguimos prever o seu valor à medida que formos considerando um número cada vez maior de casas decimais.
Actualmente conhecem-se mais de 50 mi milhões de casas decimais de π. Podemos perguntar: mas então não saber exactamente o valor de π não tem problemas práticos, como por exemplo na engenharia ou na física teórica? A resposta pode dar-se com um exemplo: é apenas necessário conhecer 39 casas decimais de π para calcular “o perímetro de um circulo que cerque o universo conhecido com um erro que não ultrapassa o raio de um átomo de hidrogénio”.
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João Moedas Duarte
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10:18
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Matemática
terça-feira, outubro 30, 2007
Coisas da Matemática (I) - Paul Erdős
Grande parte dos "posts" que aqui coloco são reflexo quase directo dos livros que tenho na cabeceira ou das notícias em que tropeço na net. Nos últimos tempos tenho andado cheio de trabalho não tenho podido passar muito tempo a ler notícias de ciência, coisa que gosto muito de fazer. Talvez por isso não tenha tido muita inspiração para escrever.

Bibliografia:
O homem que só gostava de números, Paul Hoffman, Colecção Ciência Aberta, Gradiva nº105.
Wikipédia: http://en.wikipedia.org/wiki/Paul_ErdÅs
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João Moedas Duarte
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20:38
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Matemática
quinta-feira, outubro 25, 2007
Top Ten do Hubble

Crédito da Imagem: NASA, ESA, HEIC, and the Hubble Heritage Team (STSci/AURA)
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João Moedas Duarte
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Universo
terça-feira, outubro 16, 2007
Teorema do mapa de quatro cores


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João Moedas Duarte
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Matemática
sexta-feira, outubro 12, 2007
Prémio Nobel da Paz 2007: Al Gore e IPCC


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João Moedas Duarte
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Notícias
quarta-feira, outubro 10, 2007
segunda-feira, outubro 08, 2007
Ciclo de Palestras de Geologia
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João Moedas Duarte
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Divulgação
sexta-feira, outubro 05, 2007
Doenças da vontade (científica)
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André Pinto
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quinta-feira, outubro 04, 2007
O que causa um Tsunami?


Quando a energia acumulada excede a força de fricção existente entre as duas placas dá-se o movimento repentino relativo entre elas ao longo do plano de subducção, libertando as enormes quantidade de energia. A energia potencial é "transformada" em energia cinética (movimento). Quando isto acontece o fundo do mar pode movimentar-se bruscamente, movimento este que é transferido à coluna de água suprajacente, gerando o Tsunami.


A onda assim formada propaga-se ao longo da superfície do mar, podendo ser amplificanda quando atinge as zonas costeiras. Nestas zonas podem-se formar-se ondas com várias dezena de metros causando a destruição quase total das áreas onde se dá o impacto da massa de água.

Fonte: Geology.com
Esquemas: USGS
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João Moedas Duarte
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Geologia
terça-feira, outubro 02, 2007
As mais poderosas erupções do Século XX
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João Moedas Duarte
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Geologia
Aterações Climáticas em Portugal
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João Moedas Duarte
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alterações climáticas
domingo, setembro 30, 2007
Amnistia Internacional
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João Moedas Duarte
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Mundo
Petição pela Birmânia (Myanmar)
A violação dos direitos humanos em Myanmar é vasta e constante. Podemos identificar:
· Leis que criminalizam o direito e liberdade de expressão política. No final de 2006, grande parte dos jovens opositores ao regime foram presos ou administrativamente detidos, e mais de 1160 prisioneiros políticos foram mantidos em prisões de más condições;
· As pessoas são frequentemente detidas sem aviso e isoladas, não tendo direito a qualquer tipo de contacto com o exterior;
· A tortura e outros tipos cruéis e desumanos de maus-tratos são comuns especialmente durante o período pré-detenção e durante os interrogatórios;
· Procedimentos judiciais contra prisioneiros políticos estão longe de garantir os padrões internacionais de justiça;
· É frequentemente negado aos acusados o direito à defesa e são conseguidas confissões dos advogados de acusação através de actos de tortura." (Amnistia Internacional)
Mais informações no site da Amnistia Internacional
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João Moedas Duarte
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Mundo
quarta-feira, setembro 26, 2007
Canais em Marte

Estes canais apresentam um padrão morfológico típico da acção erosiva da água.
Para ler mais, por exemplo aqui
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João Moedas Duarte
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Geologia Planetária,
Marte
quarta-feira, setembro 19, 2007
Ciência na Rua em Estremoz - 29 e 30 de Setembro
Mais informações aqui e o programa detalhado aqui.
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Rui M
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terça-feira, setembro 18, 2007
Caldeiras
Lagoa da caldeira do Fogo, São Miguel, Açores.
Esse esvaziamento vai tornar o edifício vulcânico graviticamente instável e promover a formação de uma falha em anel por cima da câmara magmática, em cujo o interior se vai dar o colapso. Essa falha pode continuar a condicionar a actividade vulcânica pós colapso, controlando os locais onde ocorre nova actividade e manifestações de vulcanismo secundário (fumarolas, etc).
Nos Açores podem observar-se várias caldeiras, de diferentes idades e em diferentes estádios de evolução. As de São Miguel, mais antigas, encontram-se mais erodidas, preenchidas com lagos e com abundantes testemunhos de actividade posterior (pequenos cones e por vezes até fumarolas, como nas Furnas), enquanto que a do Faial, mais recente, não possui ainda lago e tem as paredes ainda muito inclinadas.
Para mais informação sobre a geologia dos Açores e em especial do Faial, recomenda-se o blog do Geocrusoe.
Caldeira Velha, Faial, Açores.
Esquema simplificado de um dos mecanismos para a formação de uma caldeira.
por
Rui M
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13:48
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Açores,
vulcanismo
Cursos do MIT online
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João Moedas Duarte
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quarta-feira, setembro 12, 2007
Saturno e companhia..
A Nasa não pára de me surpreender. Aqui estão mais uma magníficas imagens de outros mundos. Foram obtidas pela Cassini.
Saturno, Titan (esquerda) e Enceladus



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João Moedas Duarte
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17:31
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Geologia Planetária













