Fronteira Núcleo-Manto: Imagens de alta resolução


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João Moedas Duarte
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Mina de S. Domingos (Beja)

Como se pode observar, a pH inferior a 4, a importância da espécie altamente tóxica Al3+ aumenta dramaticamente. A solubilidade da gibbsite pode ser considerada desprezável a pHs entre 5 e 9, aumentando de forma notória a pHs francamente ácidos. Este hidróxido de alumínio é o produto de alteração da caulinite, que por sua vez é produto de alteração das plagioclases, podendo haver formação intermédia de esmectites. As plagioclases são os minerais mais abundantes na crosta continental e, caso as condições ambientais sejam favoráveis, a sua alteração pode progredir até à solubilização da espécie Al3+ em concentrações perigosamente elevadas, constituindo um grave problema de saúde pública.
http://www.webmineral.com/ (informações gerais sobre minerais referidos no texto)
http://wwwbrr.cr.usgs.gov/projects/GWC_coupled/phreeqc/ (site da USGS onde se pode descarregar gratuitamente o código de modelação geoquímica PHREEQC, com o qual se efectuaram os cálculos da modelação acima descrita)
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André Pinto
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22:30
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A Nature, uma das mais reputadas publicações de ciência, prepara-se para lançar em 2008 uma revista mensal dedicada em exclusivo às Geociências.
Já estava na altura da Geology começar a ter alguma concorrência.
Via ...Or Something.
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Rui M
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Cascata na sequência de escoadas lávicas intruídas por soleiras da ilha de Skye, Escócia, Reino Unido.
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João Moedas Duarte
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João Moedas Duarte
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João Moedas Duarte
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João Moedas Duarte
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João Moedas Duarte
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Geologia Planetária
Evolução da distribuição das massas continentais nos últimos 750 milhões de anos. Retirado daqui.
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Rui M
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Tectónica de Placas
Ontem, no aparentemente infame Colóquio realizado na FCUL, Jónatas Machado deu, perante uma assistência maioritariamente constituída por cientistas, o seu show criacionista.
O programa do espectáculo consistia em primeiro rejeitar as regras da Ciência para depois demonstrar que esta, quando aplicada ao estudo da Vida, chegava a uma conclusão falaciosa porque da interpretação naturalista da Vida só pode resultar a teoria da Evolução. Isto constitui na visão deste senhor um argumento circular e um óbvia falácia e um caso exemplar de, nas palavras do próprio, trash in – trash out.
Pena que Jónatas Machado não tenha aplicado este raciocínio à interpretação Criacionista do mundo, essa sim, o argumento circular perfeito e um dos exemplos mais utilizados para descrever a falácia do argumento circular. É caso para dizer que se trata simplesmente de God in – God out.
Contudo, é curioso que o Criacionismo, apesar de rejeitar as regras da Ciência, procure tão persistentemente disfarçar-se de teoria cientifica, como que sugerindo que estas são necessárias para legitimar e validar as crenças religiosas, como uma interveniente sugeriu durante o debate final do colóquio.
Depois seguiu-se uma catadupa de questões a que a Ciência ainda não respondeu ou para a qual não existe ainda uma resposta consensual. Enfim, nada mais que os eternos pontos de interrogação que os criacionistas tanto gostam de transformar em divindade.
È claro que isto veio misturado com uma série de outras questões cuja resposta é conhecida e aceite, embora ainda se discutam alguns pormenores. Como a origem dos oceanos, que dá muito jeito rotular como desconhecida, principalmente se se estiver a pensar em arranjar uma maneira ligeiramente menos estapafúrdia de se meter um dilúvio e uma arca ao barulho para explicar a história do planeta e da vida nele contida.
Nos últimos minutos da sua intervenção, Jónatas Machado declarou que a evolução era cruel e ineficiente quando comparada com a criação perfeita um Deus omnisciente, omnipresente e benevolente (excepto naquele dia em Sodoma e Gomorra, mas dias maus temos todos…). Aparentemente os criacionistas vivem num mundo de eterna Primavera em que os passarinhos cantam, as abelhas polinizam lindas flores e os casais de animaizinhos aguardam em paz o nascimento das suas crias, alheios à existência de presas e predadores, de competição inter e intra populações, do canibalismo e de toda uma gama de catástrofes naturais que ocorrem quase diariamente por este mundo fora.
Posto isto, o orador saiu cedo evitando grandes confrontos com as suas afirmações (fora aquelas proferidas nas palestras que antecederam a sua) e remetendo para sites de supostos cientistas criacionistas. Não se pode dizer que se tenha perdido grande coisa…
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Rui M
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Criacionismo,
Eventos
A leitura deste post de Palmira F. da Silva sobre as origens do Criacionismo moderno. E do resto do De Rerum Natura também.
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Rui M
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09:55
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Criacionismo
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João Moedas Duarte
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Marte
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Na mina zinco, prata e chumbo de Naica situada na província de Chihuahua no México, descobriu-se em 2000, durante a escavação de um túnel, uma gruta repleta de cristais de gesso (selenite) com dimensões que podem atingir os 2 metros de diâmetro por 10 de comprimento.
Estes cristais precipiraram lentamente numa gruta formada pela dissolução do calcário através da acção de fluidos ácidos, ricos em enxofre. Estes fluidos preencheram a cavidade e entraram em contacto com outros provenientes da superfície ricos em oxigénio que oxidaram o enxofre e deram origem à precipitação lenta de gesso que permitiu a formação destes gigantes.
O único entrave à exploração (e à existência de mais fotos incríveis) desta gruta é o facto de se encontrar a temperaturas próximas dos 50ºC e ter uma taxa de humidade de 100%, o que a torna numa sauna natural a trezentos metros de profundidade onde a permanência prolongada sem o equipamento adequado pode causar a morte, deixando uma pessoa practicamente "cozida".
Mas isto não impediu o grupo italiano "La Venta" a inventar uma técnica que permitisse a permanência nas grutas, levando a cabo a sua exploração e a realização de um documentário rodado já no início deste ano.
Trailer do documentário aqui.
Mais informações sobre a descoberta e formação destas geodes de gesso gigantescas aqui, aqui e aqui.
Fotos aqui e aqui.
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Rui M
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Mineralogia
Erupções vulcanicas em Io. Fotografada pela New Horizons em Feb. 28, 2007(aqui).
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João Moedas Duarte
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Geologia Planetária
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Rui M
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aquecimento global
Espeleologos deste mundo preparem-se para a vossa primeira descida a uma gruta extra-terrestre.
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Rui M
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Geologia Planetária,
Marte
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Rui M
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